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Felizes
pela comemoração do 178o aniversário de independência
de nosso país, gostaríamos de aproveitar essas breves linhas para
falar um pouco sobre nosso querido Brasil e sua verdadeira missão no
contexto mundial.
Muitos
irmãos referem-se à nossa nação como o país do futuro, o gigante
adormecido ou a terra das oportunidades...
Certamente existem evidências para que assim o chamem. No
entanto, acreditamos ser mais oportuno questionarmos: Que futuro está
confiado ao nosso país? Por
que dizer que gigante está adormecido? Que oportunidades estão
reservadas àqueles que fazem parte dessa terra?
Apesar
de longa ser a explicação que responde a essas interrogações e múltiplas
as analogias que podemos fazer, tentaremos ser breves, porém claros.
Ao
lançarmos sobre o Brasil um olhar minucioso e observador, certamente
um dos pontos que irá nos ressaltar as vistas será a convivência
pacífica entre diversas crenças, dando origem a um curioso
quebra-cabeça religioso somente encontrado, em tais dimensões, no
nosso país. Onde mais se pode observar membros de religiões e seitas
afro-brasileiras lavando escadarias de igrejas em perfeita harmonia
com os irmãos católicos, conforme temos na Bahia? Onde mais se
observa católicos, protestantes, espíritas e espiritualistas
trabalhando juntos em obras assistenciais em prol da caridade?
E o que dizer de uma cidade como Uberaba, onde todos os seus
habitantes, independente de sua posição religiosa, reconhecem e
admiram o trabalho beneficente do nosso querido Chico Xavier?
Essa
é, na verdade, uma das maiores evidências da missão espiritual do
Brasil – Coração do Mundo. Não apenas, conforme nos fala Humberto
de Campos, sob o pseudônimo de Irmão X, no livro “Brasil Coração
do Mundo e Pátria do Evangelho”, devido a sua formação geográfica,
lembrando-nos um coração, mas muito mais que isso, ser a pátria que
acolhe de fato o Evangelho; ser o povo que exemplifica os ensinamentos
evangélicos; ser realmente uma nação cujo Deus é o Senhor.
Ser
o coração do mundo e a pátria do evangelho não é simples e nem
imediato. Requer trabalho, responsabilidade e dedicação ao
semelhante. No entanto, antes de mais nada, exige que todos nós
brasileiros e brasileiras, nos conscientizemos de que o Brasil somos nós.
Despertarmos para o fato de que a paz e o progresso espiritual de
nossa nação e do mundo, depende exclusivamente do nosso próprio
progresso. Compreendermos que nós somos o Brasil e que ele será
sempre o espelho daquilo que somos.
Precisamos
entender com as formigas, onde num formigueiro cada uma faz a sua
parte, contribui para o grupo cumprindo a sua missão, para que não
falte a nenhuma formiguinha os meios para serem felizes. Ou será que
elas não são?
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