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DEPRESSÃO PÓS-PARTO
Após o parto, algumas mulheres estão sujeitas a
uma crise de depressão. Sua causa pode estar ligada à
insegurança. A nova mamãe sente-se despreparada e se atrapalha
toda para cuidar do bebê. Para a mulher, a gestação é um período
cheio de emoções e de alegria. A relação que desenvolve com o
filho é muito íntima. Afinal, são nove meses de contato físico,
onde ela sentiu e acompanhou cada movimento deste novo ser. O
seu corpo passou por uma série de alterações físicas em
benefício desta criança. E em poucas horas ela perderá a barriga
que lhe proporcionava este relacionamento tão singular e terá em
seus braços um bebê frágil e chorão. Não saberá muito bem o que
ele quer, nem o que sente e isso a deixará confusa e com
sentimentos de impotência.
Juntamente com tudo isso, costuma enfrentar as
dificuldades geradas pelo parto, suas dores e desconforto. Terá
também toda uma alteração no seu lar e junto ao próprio marido,
diante do novo componente familiar. Por isso, a nova mamãe
precisará de tempo, carinho e paciência para que tudo se acomode
e a vida prossiga no seu curso normal.
Se surgirem sintomas como tristeza profunda e
desinteresse por si mesma e pelo bebê, a mamãe deve procurar
orientação médica. Nesses casos, deve ter um acompanhamento
também de um psicólogo ou psiquiatra. É comum situações de
agressão ao bebê, que devem ser evitadas.
SEXO APÓS O PARTO
A vida sexual do casal pode ser restabelecida em
média 45 dias após o nascimento do bebê. De início, a mulher
passará por algumas dificuldades. Ela pode sentir-se um pouco
descontente diante do seu corpo que sofreu tantas alterações,
insatisfeita com sua estética, julgar-se desajeitada e sem
atrativos. Mas precisa compreender que esta é apenas uma fase
transitória do seu corpo e que ele precisa de um tempo para
voltar ao normal.
Um pouco de disciplina alimentar e tudo voltará
ao seu lugar.
Outro fator que contribui dificultando a harmonia
sexual é o cansaço físico provocado pelas noites mal dormidas,
ocasionadas pelos cuidados que o bebê a princípio exige.
Este período difícil deve ser encarado com
naturalidade pelo casal, solucionado as dificuldades com carinho
e diálogos construtivos.
PLANEJAMENTO FAMILIAR
No primeiro capítulo deste livro, abordamos o
tema "Responsabilidade da maternidade" que visa conscientizar os
pais do compromisso moral e espiritual que terão para com os
filhos.
Colocar uma criança no mundo para viver as
experiências da reencarnação, tendo em vista o aprimoramento do
Espírito, é um ato de responsabilidade que terá de ser avaliado
e planejado com bastante seriedade pelo casal.
As próprias dificuldades da vida nos dias de hoje
impede que um casal venha a ter um número grande de filhos. Por
isso, um planejamento familiar mínimo deve ser feito antes da
constituição total da família.
A ciência nos oferece meios seguros para o
controle da natalidade de forma branda. Não há necessidade de
agressões à vida. O médico poderá orientar de maneira segura o
método ideal de prevenção para cada mamãe, de acordo com as suas
necessidades físicas e emocionais.
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