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Dia de Fechar o
Centro Espírita
Terminado o
carnaval, o balanço para os espíritas foi bastante positivo,
isto porque a maioria dos Centros permaneceu de portas abertas,
realizando os “Encontros da Família Espírita”, atraindo milhares
de participantes, respondendo dessa forma a pergunta: “Os
Centros devem fechar suas portas durante o período momesco”?
O ambiente nos
dias carnavalescos é mais pesado, daí abnegados trabalhadores
espirituais manterem postos de socorro em lugares de maior
efervescência, tal como faz Bezerra de Menezes há muitos anos,
em lugar próximo à Praça Onze, no Rio de Janeiro, segundo
informação da própria espiritualidade. A Casa Espírita aberta,
funcionando com trabalhadores de boa vontade, torna-se mais um
elemento de apoio àqueles que se dedicam a assistir irmãos em
necessidades.
Alerta a
expositora e escritora espírita Suely Caldas Schubert: “O Centro
Espírita é Templo e Lar, Hospital e Escola. Os seus trabalhos,
bem o sabemos, transcendem aqueles que são efetuados na esfera,
física. Qualquer interrupção destas tarefas no plano dos
encarnados acarreta prejuízos e evidencia despreparo da equipe
terrena para maiores responsabilidades. Não se deve fechar um
templo ou um hospital. E muito menos uma Casa Espírita. Isto se
desejamos que ela se torne farol a clarear as trevas, um posto
de socorro para encarnados e desencarnados”.
E acrescenta D.
Suely: “Julgar que a psicosfera da cidade, por estar conturbada,
irá afetar a ambiência do Centro Espírita é duvidar da
capacidade dos Mentores que lá trabalham ou, até mesmo, duvidar
de que os próprios encarnados estão a merecer todos os cuidados
do Plano Espiritual Maior. Nestes dias, em que são maiores e
mais freqüentes os infortúnios, os insucessos, os sofrimentos, é
que se deve estar a postos no lar da caridade a fim de poder-se
ministrar socorro”.
Meu Pai até hoje
trabalha, e eu também trabalho. (Jesus)
Editor
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