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Dois homens viajavam num avião monomotor; o
piloto e um executivo que se dirigia a uma pequena cidade para
tratar de assuntos ligados à sua empresa. Enquanto sobrevoavam
uma densa floresta, os dois homens conversavam alegremente,
enquanto apreciavam a bela paisagem que se descortinava pelas
janelas do avião.
Subitamente, um ruído estranho e, logo a
seguir, o motor da aeronave para de funcionar. Não tendo outra
alternativa, o piloto tenta uma aterrissagem forçada no meio
das árvores; na queda o aparelho fica totalmente destruído,
enquanto os dois homens, com leves ferimentos, afastam-se do que
restou da aeronave em busca de socorro.
Mas, como não tiveram a precaução de levar uma bússola,
ou mesmo um mapa que os orientasse, caminharam por muito tempo,
em círculos, acabando por sucumbir de sede, fome e frio. Entretanto, se tivessem levado em seu poder algo que os
orientasse, estariam salvos, pois, a poucos quilômetros de onde
o avião caíra, encontrava-se um pequeno lugarejo.
Este relato nos lembra que também somos
viajantes na vida que, algumas vezes, transcorre sem maiores
incidentes. O mais
comum, entretanto, são os acidentes de percurso, tais como:
perda de entes queridos, a ingratidão de pessoas em quem confiávamos,
um desastre financeiro, uma carência afetiva, etc.
E, é nesta hora que precisamos de um roteiro, uma bússola que nos
oriente para que não percamos o nosso rumo.
Encontramos no Evangelho do Cristo, esclarecido em espírito
e verdade pela Doutrina dos Espíritos, o Consolador Prometido,
que nos orienta, que nos diz o porquê das nossas dores, que não
ocorrem por acaso, mas que são as justas cobranças pelos
enganos que cometemos ao longo de nossa jornada, nesta e nas
vidas passadas.
Editor
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