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Chico Xavier
Qual é o tipo mais
perfeito, que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e
de modelo? Jesus. (Questão 625 de “O Livro dos Espíritos”).
Por motivos de
natureza técnica, nossa edição de julho está sendo entregue com
grande atraso.
E este atraso
possibilitou-nos incluir neste editorial algumas palavras sobre
o inolvidável médium Francisco Cândido Xavier, cujo desencarne
ocorreu no dia 30 de junho de 2002.
Se pudéssemos
formular uma questão, copiando a acima citada, perguntaríamos
aos Espíritos: - Qual o tipo mais perfeito que Jesus ofereceu
aos espíritas, para lhes servir de modelo? – Certamente a
resposta seria: Chico Xavier.
Após 92 anos de
idade na vida física e mais de 70 anos no exercício do seu
mandato mediúnico com Jesus, retornou à pátria espiritual nosso
querido Chico.
Por seu
intermédio, os Espíritos trouxeram-nos mais de 400 livros,
muitos dos quais editados para o exterior, em suas línguas
nativas ou em Esperanto. Se o médium auferisse direitos
autorais, certamente gozaria de invejável posição financeira.
Entretanto, como é sabido, todos esses direitos foram doados
pelo Chico para obras de caridade ou para a propagação da
Doutrina. Todos nós choramos esta perda, num misto de tristeza,
mas também de reconhecimento por todas as demonstrações que ele
nos deu, de amor e de dedicação.
Por seu
intermédio, Castro Alves, Espírito, deixou-nos um poema, em que,
uma das estrofes, que citamos abaixo, certamente bem caberia ao
nosso Chico:
Na Terra às vezes
se acendem,
Gloriosos faróis que esplendem,
Dentro das trevas mortais.
Suas rútilas passagens,
Deixam fulgores, imagens,
Em reflexos perenais.
Obrigado, Francisco Cândido
Xavier!
Editor
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