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Comemoração dos
Mortos. Funerais.
Acompanhamos,
passo a passo, as instruções que os Espíritos trouxeram para
Kardec, a respeito da comemoração do “dia de finados”: “Mais do
que podemos imaginar, os Espíritos ficam sensibilizados com a
lembrança dos que ficaram na Terra, a seu respeito. Felizes, têm
essa felicidade aumentada; quando infelizes, essa lembrança
torna-se para eles um alívio para suas dores.”
“Os Espíritos são
chamados pelo pensamento; se se encontram em maior número nos
cemitérios no dia de finados, é porque a presença dos encarnados
é maior; mas cada um vem pela presença dos amigos, dos que lhe
foram caros; nunca pela multidão dos indiferentes.”
“Os Espíritos têm
o Universo para si; que lhes importa seus túmulos vazios de
visitantes? Se aí não há amor, nada os retém.”
“As homenagens e
monumentos levantados para a memória dos Espíritos, os
sensibilizam menos do que prece que santifica a lembrança e as
homenagens prestadas.”
“Frequentemente os
Espíritos assistem o seu sepultamento, entretanto, muitas vezes,
não entendem o que se passa, se ainda encontram-se perturbados.”
“Quase sempre os
Espíritos daqueles que acabam de morrer assistem a reunião dos seus
herdeiros. Deus o permite para sua própria instrução; é aí que
eles julgam o valor das manifestações que lhe fazem; nessa
ocasião tudo está a descoberto e a decepção que experimentam
vendo a cobiça dos que partilham seus despojos, os esclarece
sobre os verdadeiros sentimentos daqueles que foram seus entes
queridos na Terra.”
Editor
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