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Deus Atende às
Nossas Preces?
A história é de um
Rabino nascido nos Estados Unidos:
“Em certa
localidade de um Estado do meio oeste norte americano, vivia um
homem angustiado pelo fato de que, na rua, em frente à sua casa,
abrira-se um enorme buraco, impedindo o trânsito de carros e
pedestres; apesar das várias reclamações junto às autoridades
locais, nada era feito. Certa tarde, resolveu este homem ligar
diretamente para a Casa Branca; quando a telefonista atendeu,
falou incisivo: - Quero falar com o presidente. Daí a instantes,
para sua enorme surpresa, o próprio presidente atendeu a
ligação. Surpreso, gaguejando, o homem relatou seu problema. O
presidente permaneceu calado, mas, no dia seguinte, um batalhão
de operários e engenheiros apresentou-se para o conserto
solicitado; o presidente dos Estados Unidos, o homem mais
poderoso do mundo, atendera ao apelo daquele homem. E conclui o
Rabino: E também Deus, nosso criador, o Todo-Poderoso, o Criador
do Universo vai nos atender quando solicitado”.
Entretanto, é
comum ouvirmos: “Eu oro, mas não sou atendido”, ou então: “Por
que Deus não me escuta?”, “Que mal eu fiz a Deus?”.
Na questão 658 de
“O Livro dos Espíritos”, Kardec indagou se “agrada a Deus a
prece?” e a resposta foi a seguinte: “A prece sempre agrada a
Deus quando ditada pelo coração, porque para Ele a intenção é
tudo, e a prece do coração é preferível do que a prece lida, por
mais bela que seja, se é lida mais com lábios do que com o
pensamento. A prece é agradável a Deus quando é dita com fé,
fervor e sinceridade. Mas não creias que Ele seja tocado pela
prece do homem fútil, orgulhoso e egoísta, a menos que isso
seja, de sua parte, um ato de sincero arrependimento e de
verdadeira humildade”.
Quanto ao
merecimento do pedido. André Luiz, Espírito, nos fala da “dor -
auxilio”, do sofrimento que nos impede de cometer erros maiores
ainda do que aqueles que causaram o sofrimento atual. “Bendita
cadeira de rodas”, esclarece Simonetti, com alusão ao homem
impedido pela sua deficiência de se vingar de uma ofensa
recebida. Louvemos, portanto, ao Senhor, mesmo quando suas
decisões nos pareçam amargas, porque Ele sabe melhor do que nós,
quais as nossas verdadeiras necessidades. Se não recebemos o que
pedimos, certamente estaremos recebendo o que precisamos.
Editor
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