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Repara, além
das rosas do teu horto,
Onde a luz do teu sonho brilha e mora,
Os romeiros que seguem vida a fora,
Padecendo aflição e desconforto.
Infortunados náufragos
sem porto.
Tristes, rogando a paz de nova aurora,
Levam consigo a dor que clama e chora
Sob as chagas do peito quase morto...
Não te
detenhas!... Vem, socorre e ajuda
A multidão que passa, inquieta e muda,
Implorando-te amor, consolo e abrigo!...
Reparte o pão
que te enriquece a mesa,
Estendendo o teu horto de beleza,
E o Mestre Amado habitará contigo.
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