O Mensageiro  -  Revista Espírita-Cristã do Terceiro Milênio 

Título :
Morte com Dignidade

Autor:
Médium: Divaldo P. Franco
Espírito: Joanna de Angelis

Data:
01/03/2000

Fonte:
O Mensageiro

MENSAGENS

     

A eutanásia, ou a técnica da “morte fácil”, conforme elucida a sua etimologia, prossegue sendo grave compromisso moral, que o homem moderno insiste por legalizar.

Por mais preciso que se apresente o diagnóstico médico em relação às enfermidades, sempre se há de contar com a imprevisibilidade orgânica de cada paciente, segundo sua programação evolutiva.

(...) as resistências morais variam de criatura para criatura, não podendo, deste modo, um conceito de dor ter validade geral entre indivíduos infinitamente diferentes.

(...) a atitude de alguém que opta, em plena saúde, pela aceitação da eutanásia, (...) não pode ser considerada definitiva, porquanto, a cada instante, muda-se de emoção, altera-se a forma de encarar-se os fatos e de considerar-se os acontecimentos...

“Morrer com dignidade”, não pode ser a aplicação imoral da eutanásia, que degenera em homicídio, desde que a vida é patrimônio de Deus, que sabe quando e como alterar-lhe o curso, no corpo e fora dele.

(...) suicídio covarde (...) quando lhe cabe o dever de preservar o corpo, até que este cumpra a finalidade para a qual foi elaborado.

A tua será a morte que mais facilmente te propiciará a vida em abundância.

(...) lutando para preservar o corpo (...) os últimos instantes, na enfermidade, podem significar-te glória ou desdita além-túmulo.

Sofrerás, apenas, o de que necessites, para seres livre.

Se buscas fugir à Lei, tombarás nas suas malhas, adiante, em situação mais penosa e circunstância mais angustiante.

Nunca fugirás à consciência, nem te evadirás da vida.

Sem nenhuma apologia pelo sofrimento, eutanásia jamais!

Deus é nosso Pai de Amor e, a benefício das Suas criaturas, permite que a ciência prolongue a vida; e, da mesma forma em que surgem os fomentadores do suicídio e do homicídio através da eutanásia, favorece a humanidade com os apóstolos do amor, que se fazem, na Medicina, os sacerdotes dignificadores da Vida.

 

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