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“Aquele que ama a
seu irmão permanece na luz e nele não há nenhum tropeço”. (I
João, 2:10.).
Os seres que
amamos!... Com que enternecimento desejaríamos situá-los nos
mais elevados planos de mundo!... Se possível, obteríamos para
cada um deles um nicho de santidade ou um título de herói!...
Entretanto, qual
ocorre a nós mesmos, são eles seres humanos, matriculados no
educandário da vida. E, nos círculos das experiências em que se
debatem, como nos acontece, erram e acertam, avançam na estrada
ou se interrompem para pensar, solicitando-nos apoio e
compreensão.
Assim como estamos
em luta a fim de sermos, um dia, o que devemos ser, aprendamos a
amá-los como são, na certeza de que precisam, tanto quanto nós,
de auxílio e encorajamento para a necessária ascensão
espiritual.
Nunca exigir-lhes
o impossível, nem frustrar-lhes a esperança.
Doemos a cada um,
a bênção da estima sem requisições descabidas, acatando as
experiências para as quais se inclinem e respeitando os tipos de
felicidade que elejam para si próprios.
*
Todos somos
viajores do Universo com encontro marcado numa só estação de
destino – a perfeição na imortalidade. À face disso, e levando
em consideração que nos achamos individualmente em marcos
diferentes da estrada, se queremos auxiliar aqueles a quem
amamos, e abençoá-los como o nosso afeto, cultivemos, à frente
deles, a coragem de compreender e a paciência de esperar.
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