|
Larvas
Segundo a
definição de André Luiz, Larvas constituem o alimento mental
das entidades infelizes, formadas pelas nossas criações
inferiores. Espíritos involuídos, arraigados às baixas
paixões, se imantam à organização psicofísica dos encarnados
(e desencarnados), sugando-lhes a substância vital
(Vampirismo).
Desregramentos
emocionais, glutonaria, excessos alcoólicos, cólera, tristeza,
ódio, etc., favorecem a criação daquelas larvas e,
conseqüentemente, a ação dos que delas se alimentam.
As criaturas que
se entregam à embriagues, e aos desvarios do sexo, são grandes
produtoras dessas larvas que se localizam, naturalmente, na
parte do corpo onde mais diretamente se refletem os
desajustes.
Aqueles que
julgam que a vida se resume, apenas, em comer e beber, dormir
e procriar, não fogem ao imperativo da lei: de conformidade
com a natureza de nossa vida mental, fornecemos alimento para
as entidades não esclarecidas. Com o mais sincero respeito aos
nossos irmãos irracionais, lembremo-nos de que os animais
comem e dormem, bebem e procriam...
A prece e o
estudo, a boa vontade e o trabalho, o cultivo dos pensamentos
enobrecedores, a bondade desinteressada e a perseverança no
bem dar-nos-á, indubitavelmente, poderosos recursos para a
realização, à luz do Evangelho, do sublime ideal de
cristianização de nossas almas.
Editor
Fontes de
Consulta:
Martins Peralva, “Estudando a Mediunidade”.
|